CEI Emília Piske usa a brincadeira para o desenvolvimento dos alunos
Dar visibilidade à brincadeira como uma dimensão fundamental na formação humana. Este foi o ponto de partida para a criação do projeto "A brincadeira como patrimônio cultural da humanidade: brinquedos e brincadeiras na linha do tempo", realizado no Centro de Educação Infantil Emília Piske. Além disso, o documentário "Tarja Branca: a revolução que faltava", também contribuiu para o desenvolvimento do trabalho. O vídeo trata sobre como a humanidade tem adoecido por falta da brincadeira.
Desde o começo do ano, a unidade desenvolve com as crianças pesquisas sobre o tema. Elas foram divididas em grupos para vivenciarem as experiências. A turma do Mexe-Mexe brincou de ciranda, telefone sem fio, pé-de-lata, pé-de-cavalo, vai e vem e construiu bonecas de pano a partir dos seus desenhos. Já a Os Curiosos tiveram foco no trabalho coletivo com as famílias, construindo brinquedos como pebolim, carrinho de rolimã e bonecas de pano. Eles também exploraram as obras do artista plástico Ivan Cruz, assim, as brincadeiras foram expressas em telas, além de serem brincadas pelas crianças.
A ação de construir brinquedos com as famílias também foi realizada pela turma dos Descobridores. Esta turma utilizou a linguagem fotográfica, onde foram desafiadas a fotografar crianças brincando. A turma do Vai e Vem cirandou, e, foram desafiadas por suas professoras a ampliarem seu olhar acerca das expressões circulares, para isso, experimentaram muitos objetos como: bolas, cones, bambolês, bolinha de sabão e rodas de bicicleta. Os exploradores tiveram brincadeiras de faz-de-conta, de puxar e balançar. Assim, surgiram nesta turma, espaços circunscritos, redes, trens e carros, para que as crianças ampliassem suas possibilidades de descobertas.
Assessora de Comunicação: Yara Schram
