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Cultura homenageia os artistas plásticos

Cultura homenageia os artistas plásticos

A Secretaria Municipal de Cultura e Relações Institucionais (SMC) e o Museu de Arte de Blumenau (MAB), no dia do Artista Plástico, 8 de maio, prestam homenagem a todos os artistas que através de movimentos e significados tecem a trama da condição humana e promovem com suas poéticas e técnicas um campo de experiências reflexivas que transformam nosso olhar e o pensar.

Desde sua fundação, em dezembro de 2004, o MAB foi e é palco de muitas exposições, encontros, reuniões, oficinas e variados eventos. Seria impossível nominar todos os artistas que já passaram por seus espaços. “Para expressar nosso respeito e gratidão, homenageando os artistas Alberto Luz, Elke Hering, Pedro Dantas e Roy Kellermann, que dão nome às nossas salas expositivas, homenageamos e agradecemos a todos os demais artistas, desejando que brevemente nossos contatos não sejam só virtuais e que possamos voltar a desfrutar desses momentos tão especiais, registrados e guardados principalmente em nossas memórias afetivas”, destaca a gerente do museu, Mia Ávila.

 

Com um até breve, fica para reflexão uma frase da artista Elke Hering: “O artista é uma espécie de sismógrafo dos movimentos psíquicos e espirituais de sua época. Desta forma ele não é o que “decora” as paredes e os espaços, mas fala de toda uma problemática do ser humano, o que serve para abrir nossa consciência humana e avaliá-la”.

 

 

Origem da data

 

 

O dia 8 de maio foi escolhido para prestar homenagem ao pintor José Ferraz de Almeida Júnior, que nasceu na data no ano de 1850, na cidade de Itu, interior paulista, e foi considerado o percursor da temática regionalista na pintura. Em suas obras explorou personagens caipiras e anônimos em situações corriqueiras.  Almeida Júnior foi um dos artistas brasileiros mais importantes do século XIX.

 

Aos 19 anos, entrou para a Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, onde foi aluno de Jules Le Chevrel, Victor Meirelles e Pedro Américo. Em 1876, recebeu uma bolsa de estudos do Imperador Dom Pedro II e seguiu para Paris, onde participou da exposição de arte no Salon Officiel des Artistes Français.

 

O artista produziu cerca de 300 obras. Entre as peças mais importantes de Almeida Junior estão “As Lavadeiras” (1875), “Caipira Picando Fumo” (1893), Amolação Interrompida (1894) e Violeiro (1899).

 

O paulistano, apesar da importância no contexto nacional de artes plásticas, teve a carreira interrompida aos 44 anos. Vítima de um assassinato cometido pelo próprio primo, José de Almeida Sampaio. A morte teria sido motivada por uma traição cometida por Almeida Júnior com a mulher do assassino.

 

 

Saiba mais

 

Acompanhe as redes sociais da Secretaria Municipal de Cultura (SMC) e saiba tudo que está rolando na 1ª Temporada de Exposições do MAB – ano 2020

 

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Assessor de Comunicação: Sérgio Antonello