Memória Digital: a datilógrafa
Nas aldeias primitivas sempre alguém sabia pescar melhor. Havia poucas necessidades, por isso, também, poucas profissões. Na medida em que a humanidade foi se sofisticando, as suas necessidades cresceram e, consequentemente, o leque de profissões. Nos tempos atuais, a cada dia surgem novas profissões. Na mesma medida que aparecem profissões novas, desaparecem outras. A datilógrafa é uma delas. A máquina de escrever, industrializada, surgiu a partir da segunda metade do século XIX e era presença marcante em redações de jornais, repartições públicas, escritórios e mesmo nos lares. O barulho da engenhoca – produzido não só pelas teclas metálicas, mas também por “instrumentos” como o tabulador, a fita de tinta e o “sininho” do parágrafo – ditava o ritmo do trabalho no mundo inteiro.
Fonte: Fundação Cultural de Blumenau / Arquivo Histórico José Ferreira da Silva
