Memória Digital: namoro e casamento
Para chegar ao tão “sonhado” casamento, era necessário enfrentar a mais complexa tarefa desta fase que era a escolha de um pretendente. Deveria ser um candidato agradável, de boas intenções, que interessasse à moça e concordasse em aceitar compromissos mais sérios posteriormente. O “bom partido”, tanto homem como mulher, tinha um perfil definido pelos padrões familiares e sociais. A “boa moça” deveria ter atitudes comedidas, ser honesta, estar sempre de bom humor e asseada, ter boa conversa, mas, jamais deixar que a vulgaridade a tornasse centro das atenções. O ideal de “moço sério”, de “genro dos sonhos”, era que fosse estudioso, apresentasse boa figura, respeitoso e que tivesse emprego fixo para garantir o futuro da família.
Fonte: Arquivo Histórico José Ferreira da Silva / Revista Blumenau em Cadernos, janeiro/fevereiro. 2004, p. 81. Tomo XLV / Fundação Cultural de Blumenau
