Fenatib entra na reta final com música, drama e folclore
Os dois últimos dias do 20º Festival Nacional de Teatro Infantil (20º Fenatib) prometem drama, músicas, brincadeiras, folclore, cantorias e mistérios. As apresentações ocorrem em três horários no Auditório Willy Sievert - Teatro Carlos Gomes: 9h, 15h e 19h30. Nesta sexta-feira, dia 11 de novembro, tem Maia – a lenda da menina água, com a Trupe do Experimento - Rio de Janeiro (RJ). Um dos atrativos itinerantes está previsto para as 15h, na Escola Júlia Lopes de Almeida, com a peça Gira Junto, um espetáculo pra brincar!, com o Grupo de Teatro da Casa – Blumenau. Os ingressos são gratuitos, mas limitados, e devem ser retirados 30 minutos antes de cada espetáculo.
O evento é promovido pelo Instituto de Artes Integradas (Inarti) e Fundação Cultural de Blumenau (FCBlu). Para esta edição foram selecionadas oito peças produzidas por companhias com sedes nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal, além de 10 grupos suplentes. As atrações têm como palco o Teatro Carlos Gomes, escolas, clubes e neste ano uma casa para idosos.
O evento tem a finalidade de difundir o teatro nacional, promover intercâmbio entre artistas e público, levar espetáculos às escolas, praças e salas de teatro. O festival atinge cerca de 10 mil crianças a cada edição, além de contribuir para a formação de plateia e o gosto pelo teatro.
Saiba mais
20º Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau (Fenatib)
Período: até sábado, dia 12 de novembro
Entrada Gratuita
Ingressos: limitados - retirada 30 minutos antes do início de cada espetáculo na secretaria do evento
Programação
11 de novembro, sexta-feira
Auditório Willy Sievert - Teatro Carlos Gomes
Horários: 9h, 15h e 19h30
Espetáculo: Maia – a lenda da menina água
Grupo: Trupe do Experimento - Rio de Janeiro (RJ)
Autor: Marco dos Anjos
Direção: Marco dos Anjos
Faixa etária: A partir de 6 anos
Duração do espetáculo: 50 minutos
Sinopse: Com dramaturgia autoral, o espetáculo apresenta Maia, uma menina de uma família ribeirinha, que tem por sustento a pesca. O rio que beira sua casa não tem mais peixes por causa da poluição. Seu pai tem que se afastar cada vez mais para garantir o alimento da família. Em uma noite de lua cheia, o rio seca de forma abrupta. Maia, achando ver a imagem do pai no meio do rio seco, corre em sua direção e, quando se dá conta, está longe de casa e no meio de uma aventura, junto a personagens do Folclore Nacional, para trazer as águas do rio de volta. A concepção cenográfica apresenta a casa da família Ribeirinha, às margens do rio, e seguirá a protagonista em sua aventura pelo rio seco. Pela primeira vez, a Trupe faz uso de máscaras e manipulação de objetos em cena. As músicas, criadas exclusivamente para o espetáculo e executadas ao vivo pelo elenco, têm por fonte de pesquisa os ritmos do folclore Paraense.
11 de novembro, sexta-feira
EEB Júlia Lopes de Almeida
Horários: 15h
Espetáculo: Gira Junto, um espetáculo pra brincar!
Grupo: Grupo de Teatro da Casa – Blumenau (SC)
Autor: Natália Curioletti
Direção: Natália Curioletti
Faixa etária: A partir de 2 anos
Duração do espetáculo: 40 minutos
Sinopse: É um convite a contar, rodar e cantar essas cantigas que fazem parte da identidade do nosso povo, num resgate folclórico com o gosto (quase perdido) das brincadeiras populares. É um espetáculo para crianças, mas os adultos também podem brincar!
Dia 12 de novembro, sábado
Auditório Willy Sievert – Teatro Carlos Gomes
Horários: 9h, 15h e 19h30
Espetáculo: Arroz e Feijão em: Colapso no Sistema
Grupo: Grupo de Teatro Cirquinho do Revirado - Criciúma (SC)
Autor: Adriano Medeiros e Luan Marques Joaquim
Direção: Reveraldo Joaquim e Yonara Marques
Faixa etária: A partir de 5 anos
Duração do espetáculo: 45 minutos
Sinopse: Chovia. Dóroty voltava para sua casa após um longo dia de trabalho. Ela já devia ter ouvido falar dos ataques que estavam ocorrendo na cidade, mas não se preocupava, pois aquela realidade lhe parecia muito distante. Era só dobrar a esquina e ela estaria a poucos metros de casa. Talvez ela tenha tido uma sensação estranha. Talvez não. Talvez ela tenha começado a ouvir o eco dos próprios passos. Ela deve ter olhado para trás, mas não distinguiu nada em meio ao breu do anoitecer. Por instinto, seus pés devem ter começado a tornar o ritmo da caminhada mais frenético, fugindo de algo até então desconhecido. Talvez, por uma curiosidade incontrolável, seu pescoço tenha girado bem a tempo de ver aquilo que se escondia nas sombras. O seu corpo deve ter gelado. Ela possivelmente tentou correr, mas suas pernas fracas de medo tropeçaram em si mesmas levando-a ao chão, de onde nunca mais se levantou. É provável que no instante em que caiu ela tenha tido tempo apenas de olhar para cima e vislumbrar a silhueta daquele demônio que lhe tiraria a dádiva da existência. Assim começa a saga dos detetives Arroz e Feijão em busca do Assassino da Língua Ácida, em busca de justiça e do equilíbrio no universo dentro de mim.
Assessor de Comunicação: Sérgio Antonello
