Estudantes sem deficiência passam por vivências como paratletas
Cerca de 650 estudantes da Escola Básica Municipal Professora Zulma Souza da Silva participaram de uma experiência diferente nesta quarta-feira, dia 7. Os alunos, todos sem deficiência, tiveram a oportunidade de participar de vivências como as de um paratleta. Os professores do Projeto Paradesporto Escolar elaboraram algumas atividades com as crianças, que têm idades entre oito e 16 anos.
O professor de Educação Física direcionada ao Paradesporto da Secretaria Municipal de Educação, Rodrigo José Philippi, explica que foi montado um circuito no local com estações de paradesporto. “A ideia era que os estudantes pudessem ter vivências como deficientes auditivos, visuais e físicos. Queremos que eles compreendam as privações que as crianças com deficiência têm, mas que também vejam como é possível superar os obstáculos por meio do esporte”, salienta. Ele ressalta que a ideia é promover o circuito em todas as unidades da rede municipal de ensino.
As atividades contemplaram a bocha, vôlei, hóquei adaptado, tato total, jogo de bocha com calha e mímica. Segundo a coordenadora do projeto, Gisele Margot Chirolli, proporcionar a vivencia para alunos sem deficiência é um objetivo que integra o Paradesporto Escolar desde o início do projeto, em 2013. “Nosso foco é mostrar a estes alunos a experiência vivida por nossos paratletas, além de apresentarmos as modalidades paralímpicas existentes, bem como promover a inclusão”, destaca.
Assessora de Comunicação: Yara Schram
