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Conselho de Patrimônio Edificado elege novos conselheiros e abre debate sobre Centro Histórico de Blumenau

Conselho de Patrimônio Edificado elege novos conselheiros e abre debate sobre Centro Histórico de Blumenau

A Prefeitura de Blumenau sediou nesta quarta-feira, dia 18, a reunião de posse da nova gestão do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural Edificado (Cope) para o período de 2026 a 2030. Presidido pelo secretário de Planejamento Urbano, Daniel Maffezzolli, o conselho também é integrado por representantes da sociedade civil organizada, universidades, entidades empresariais e administração pública.

A composição atual contará com a participação de novos órgãos, como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA/SC), o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), o Instituto Histórico de Blumenau (IHB) e a Furb. 

Criado em 1994, o Cope é responsável pelos assuntos relacionados à preservação do patrimônio histórico, arquitetônico, paisagístico e cultural da cidade. É pelo conselho que passam debates acerca da conservação de prédios históricos, bem como o impacto de novas obras em localidades consideradas fundamentais para o cultivo das tradições e da cultura.

Além da posse da nova gestão, a reunião teve como pauta a criação oficial do Centro Histórico de Blumenau. Em um primeiro estudo apresentado pela Secretaria de Planejamento Urbano, a região compreendida entre o antigo porto, Rua das Palmeiras e toda a Rua 15 de Novembro, até a Ponte de Ferro, seria considerada como centro histórico. A Prainha também estaria incluída na área delimitada. “A cidade toda sabe onde fica o centro histórico, mas ele ainda não está legalmente delimitado. O que estamos apresentando é uma primeira ideia para ser discutida, para definirmos diretrizes que garantam a preservação do nosso patrimônio cultural e da memória coletiva, mas também incentivem a exploração cultural e turística dessa região. Agora, vamos trabalhar em conjunto com as entidades no desenvolvimento dessa proposta”, explica Maffezzolli.

O conselho avaliou ainda a destinação de recursos para a criação de um plano diretor para a Secretaria de Cultura, com levantamento de dados e a elaboração de projetos de intervenção e restauro em prédios da secretaria que são tombados e estão no centro histórico, bem como a criação de estratégias de uso e ocupação.